domingo, 11 de outubro de 2015




terça-feira, 12 de outubro de 2010


BRASIL, IMPÁVIDO COLOSSO !


      MENSAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA



                                   
                       Brasil, impávido colosso !


Mantos azuis dos verdes remansos meus,

Terra-esperança de novas alvoradas,

Escuta a minha prece pelos veios

Desses mil rios e cascatas

Das bacias de todos os teus leitos

E por almas sendo assim tão insensatas

Em sagas vãs de muitos dos filhos teus !



Escuta a oração que brado em mimos

Por amor a este povo radiante

Desta Terra onde refulges em teus cimos

Por quem clama e que soluça por mais brios

Nestes bosques e cidades do gigante

Berço esplêndido de futuro qual diamante

Vencendo dia a dia estes sombrios

Tempos mórbidos de horrores humilhantes !



Escuta o louvor de teus recantos

Dos folhosos pastos teus em agonia

Pela astúcia da intempérie e dos desmandos !

E da floresta em clamor por alforria

De 'marchants' que descambam-se em comandos

De tombadas dos teus troncos, sem descanso

Onde a alma desta deusa-mãe que pede

Dentre as preces de seu ser que agoniza :

“-Dizei 'Não' ! Esta é uma 'Vida' e ela respira ! ”



Consagrando verdes louros da alegria

Pela bênção de existir em teus encantos

Ao amado Pai de tão exultante riqueza

Imaculado Deus, invoco o meu 'Pai Nosso'

Na causa da bondade e da beleza

Na vida de cada um dos filhos vossos !



Vida... inimitável proeza

Do Pai que fez a candura

Desta pujante e materna

Terra que estua em bravura

De uma liga com luz benfazeja

Dos anjos em oração eterna !



Pelo ontem, o hoje e o 'porvir'

Na vossa promessa fiel

Apontais a ventura futura

Em promessas que só Pai conduz

De saudarmos a era da luz

Que chegando arrebata e seduz

Esses filhos da fé já madura

Neste Amor que os elevam ao céu !



Em orvalhos feitos em serenos

Desta terra fecunda e graciosa

Verdejando as matinas douradas

E em mil frutos nos tempos amenos

A colheita proclama as ceifadas

Que alimentam rebentos e eventos

Em mil cestas de amor, espraiadas!



Brasil, te ergas em trono

Em hostes de anjos e esferas

Pelas searas frondosas

De folhas em rios e caminhos

Que os ventos e brisas sem dono

Esparramam no esplendor das tuas terras

E nas tuas campinas tão cheirosas !



Cor de teus sonhos de outono
Por entre as estrelas que brilham

Nas noites do manto de anil
rajadas floridas

Que
Teus céus sempre em tom varonil

Por
encantam
E nas
em cores sortidas

Brasil, és tão doce e gentil !

Fonte de olores que exalas

Das tuas rosas em jardins em que te esmeras

Em mostrar em tuas todas primaveras ! azuis dos verdes remansos meus,

Terra-esperança de novas alvoradas,

Escuta a minha prece pelos veios

Desses mil rios e cascatas

Das bacias de todos os teus leitos

E por almas sendo assim tão insensatas

Em sagas vãs de muitos dos filhos teus !



Escuta a oração que brado em mimos

Por amor a este povo radiante

Desta Terra onde refulges em teus cimos

Por quem clama e que soluça por mais brios

Nestes bosques e cidades do gigante

Berço esplêndido de futuro qual diamante

Vencendo dia a dia estes sombrios

Tempos mórbidos de horrores humilhantes !



Escuta o louvor de teus recantos

Dos folhosos pastos teus em agonia

Pela astúcia da intempérie e dos desmandos !

E da floresta em clamor por alforria

De 'marchants' que descambam-se em comandos

De tombadas dos teus troncos, sem descanso

Onde a alma desta deusa-mãe que pede

Dentre as preces de seu ser que agoniza :

“-Dizei 'Não' ! Esta é uma 'Vida' e ela respira ! ”



Consagrando verdes louros da alegria

Pela bênção de existir em teus encantos

Ao amado Pai de tão exultante riqueza

Imaculado Deus, invoco o meu 'Pai Nosso'

Na causa da bondade e da beleza

Na vida de cada um dos filhos vossos !



Vida... inimitável proeza

Do Pai que fez a candura

Desta pujante e materna

Terra que estua em bravura

De uma liga com luz benfazeja

Dos anjos em oração eterna !



Pelo ontem, o hoje e o 'porvir'

Na vossa promessa fiel

Apontais a ventura futura

Em promessas que só Pai conduz

De saudarmos a era da luz

Que chegando arrebata e seduz

Esses filhos da fé já madura

Neste Amor que os elevam ao céu !



Em orvalhos feitos em serenos

Desta terra fecunda e graciosa

Verdejando as matinas douradas

E em mil frutos nos tempos amenos

A colheita proclama as ceifadas

Que alimentam rebentos e eventos

Em mil cestas de amor, espraiadas!



Brasil, te ergas em trono

Brasil, és tão doce e gentil !

Fonte de olores que exalas

Das tuas rosas em jardins em que te esmeras

Em mostrar em tuas todas primaveras !



Sonatas de canto de glória

Por nunca a fé se extinguirEm hostes de anjos e esferas

Pelas searas frondosas

De folhas em rios e caminhos

Que os ventos e brisas sem dono

Esparramam no esplendor das tuas terras

E nas tuas campinas tão cheirosas !



Cor de teus sonhos de outono

Nas noite manto de anil   rajadas               floridas

QuTeus céus sempre em tom varonil

Por encantam nem cores sortidas

Brasil, és tão doce e gentil !

Fonte de olores que exalas

Das tuas rosas em jardins em que te esmeras

Em mostrar em tuas todas primaveras !



E nas rajadas floridas

Que encantam em cores sortidas


No povo que ora e ajoelha

De braços tão ternos a honrar

Te peço, Brasil, esta negra

Que o teu povo sempre faz reexistir

Que achaste num bom balouçar

Nas águas do rio da tua história :

“ - Ergue tua face em Vitória !”



Não canses, Brasil, de ostentar

Como o símbolo teu consagrado

Mais dias de arguta e aguerrida

Força divina em teio seio

Que o laurel de tu, como esteio

Deste florão a fulgurar

Na América e em todos os meios

No exemplo de tuas virtudes altivas

O teu eterno lábaro estrelado !



De todas as raças do mundo

É bom sonho e não devaneio

A gente que bate no peito:

“ -Sou Brasileiro em orgulho profundo !”



Há esperança que fulge no fulcro

Do coração deste globo

De g
Em meio a seres de vulto

Na Terra da Cruz, adorada !
ente que ama e trabalha



No futuro, em um cenário majestoso

De um “Lar-Brasil”, este impávido colosso !
Fará deste torrão um amoroso

E o coração deste globo
Oásis de meiga
Dividindo bens e dons à humanidade, generosidade

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